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Legitimidade do Reino da França

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História[edit]

Os seus adeptos costumam chamar-se a si próprios legitimistas, que representam uma das duas partes reclamantes do extinto trono da França. O termo foi originalmente aplicado a todos aqueles que apoiaram Carlos X da França após a sua substituição como rei francês pelo seu primo, Luís Filipe de França em 9 de agosto de 1830. Carlos X e o seu filho mais velho, o Delfim Luís António, duque de Angoulême, abdicaram o trono, mas os apoiantes de Carlos sustentaram que ele foi o "legítimo" rei. Luís Filipe tinha sido duque de Orléans, e então os seus apoiantes foram chamados Orleanistas. Após a demissão de Carlos X, alguns legitimistas transferiram a sua lealdade para com o seu neto, Henrique, Conde de Chambord. Quando Luís António, que morreu em 3 de junho de 1844, os restantes partizantes reconheceram o Conde de Chambord como o legítimo herdeiro.

Quando o Conde de Chambord morreu em 24 de Agosto de 1883, a maioria dos legitimistas reconheceram o neto de Luís, Conde de Paris, como o legítimo herdeiro. Outros transferiram a sua lealdade para com os membros da Família Real espanhola, que eram descendentes de Filipe V da Espanha, um tio de Luís XV de França. O Rei Filipe (e Luís XIV, o seu avô) renunciaram o seu pedido ao trono francês, no âmbito de tratados reconhecendo-o como Rei de Espanha. Alguns partidários consideraram este como inválido; quer como fora o poder do rei, ou como exigir pela força, ou por outras razões. Luís Afonso é o actual reclamante, no entender deste grupo. Os seus adeptos são chamados legitimistas ou Blancs d'Espagne (Brancos de Espanha).

Com a deposição do Conde de Chambord no rei da França, aos françeses veio a ter seu reino fragmentado em condatos permanecentes a monarquia paritária não dando direito a provimentos séniores mas os remetendo aos fundos nacionais, consolidada pela república juramentista para seu tempo de provimento futuro, premanecendo o Condado de Paris promulgado por Charles de Gaulle e a soberania do Condado de Arles para os descendentes do Rei e a casa do reino real da França comunicada a sua posseção e sucessão real aos nobres patentes ao Reino da França. Não se fazendo mais necessárias e legais outras pretenções, legitimando a monarquia a Henrique como Conde de Paris e Carlos como Dulce da Frabonde ou União Francesa pela constituição aprovada na Assembleia Nacional Francesa. No descendato do Rei Felipe V da Espanha, não houve legalidade a este pedido pois não casou-se com digna sucessora herdeira da França a sua época para ser rei dos franceses naquele momento não dando direito a ter sucessor seus a tal título dos nobres ao reino real da França e Navarra das regiões livres do reino real contemporâneo a nova constituição da República Francesa.

Contudo a amplitude da França o resultado é tê-lo como Luís Afonso, reinante da comunidade das nações Huguenotes no que encontra-se à Casa de Bourbon representando a constante aclamação do vigente Luís XX, que já houve antes dele, para o atual Rei Cristão dos Franceses não deve-se esquecer a ampla sucessão do Reino da França desde a Guerra de Sucessão

Apenas estaria confrangido as Regras de Sucessão, com a Monarquia de Julho, a restauração do reino da França, corregeria com clareza, entre seus príncipes estariam dentre os representantes do governo, manter-se-á toda a lista dos Rei dos Franceses, e os Reinante para Luís estaria em Louis Philippe I de Orleans do vigente ser-lhe-á per si grafando Louis XX e XXV, não apenas, como sendo o nome de Louis Franceus necessitário ao possuir Dominus de François d'Assise e sucedido Louis XXI e XXVII como o de Louis Évangile, com partilha de Comte Jean de Toulouse e Roi Saint Louis de Toulouse para os Reis Católicos, cognato da Igreja da França sendo assim um rei para toda a França que não siga estes regimentos estará impelido pelo Parlamento e a Santa Sé.

Estando confirmado para a representação de governo com todos poderes entre rei francês os nobres com o atual ensejo da restauração da Casa de Bourbon no que corresponde a Espanha e a França, sendo nessa pelo rei emérito Juan Carlos da Espanha com o reino espanhol as regiões latinas e a reinante em emérito Isabel II do Reino Unido com o Reino Unido e as regões reais em proclamado com direito de sucessão tendo por estadista da reclamação francesa.